Quais são as características de uma liderança inovadora?


Você sabe o que está impedindo muitos gestores de serem lideranças inovadoras?

Fique sabendo que a lista das características que se colocam como impeditivos para a implantação de uma visão inovadora nos negócios é longa.

Falta de visão de longo prazo, egocentrismo, aversão ao risco, arrogância, microgerenciamento, falta de curiosidade, mindset fixo… 

A boa notícia é que é possível virar o jogo e desenvolver grande parte das habilidades características de uma liderança inovadora.

E também está tudo bem não desenvolver todas elas, uma vez que há a possibilidade de criar equipes em que as habilidades se complementam e não ficam concentradas em uma única pessoa.

Mas você sabe quais são essas habilidades? Consegue reconhecer uma liderança inovadora na gestão de uma empresa? Caso não saiba, fique tranquilo, porque é o que vamos abordar agora.


O perfil da liderança inovadora e suas habilidades 


Existe um conjunto de skills (habilidades) que são considerados característicos das lideranças inovadoras.

Inclusive, isso ficou comprovado por um estudo desenvolvido pelo professor Clayton Christensen, da Harvard Business School, que avaliou o perfil de liderança de empresas altamente inovadoras. 

A característica mais comum mostrada pelo estudo é que essas lideranças possuem coragem: capacidade necessária para desafiar o status quo e fazer escolhas difíceis e, muitas vezes, arriscadas.

Já em segundo lugar, o estudo mostrou que as lideranças inovadoras têm em comum o fato de serem donas de invejável capacidade associativa, ou seja, a capacidade de associar conteúdos aparentemente desconexos frente à necessidade de resolver um problema ou de criar algo novo.

Outra característica que une as lideranças inovadoras é a existência de um conjunto de skills que ajudam a criar repertório para que haja o que ser associado, dentre eles, uma especial capacidade de observar, experimentar, questionar e conectar-se com pessoas de outros campos do conhecimento que possam lhes inspirar.

Além disso, nós aqui da Anlab também defendemos que uma organização deve sempre estruturar seu portfólio de inovação em três diferentes horizontes: um mais incremental, um adjacente e outro transformacional.

Existem diferentes perfis de liderança, e também de equipes, para cada um desses horizontes.

Um horizonte incremental requer uma liderança do tipo “um passo de cada vez”, bem estruturada, com foco em resultados e com estilo voltado ao gerenciamento de projetos.

Um horizonte adjacente, por sua vez, precisa de uma liderança que questiona o status quo, expande as capacidades da empresa e busca na colaboração com o ecossistema formas de acelerar projetos. 

Já num horizonte transformacional, precisamos de um perfil mais curioso, experimentador e interessado em descobrir.


2 dicas simples para desenvolver uma liderança inovadora


Com algumas dicas simples já é possível desenvolver uma liderança inovadora junto às empresas. Vejamos.

O simples fato de passar a escutar as ideias dos outros com interesse legítimo, sem julgamentos pré-concebidos e críticas, já é um grande passo para criar o espaço para que as pessoas se abram e contribuam.

Faça o teste e você irá surpreender -se com a capacidade abafada das pessoas de sua organização.

Outra dica é começar a pensar em ampliar a diversidade de pontos de vista dos grupos, pois muita homogeneidade é cáustica para a inovação.

Precisamos de visões diferentes, que advêm de experiências e backgrounds distintos.

Uma forma de combater o excesso de foco interno é criar mecanismos para que as pessoas tenham a oportunidade de ver e ouvir algo diferente.

Por exemplo: conversar com pessoas de outras organizações e mesmo de setores diferentes da economia.

Enfim, a ideia é ampliar o seu repertório. Isto é parte do que tentamos alcançar com a proposta do Innovation Club, projeto desenvolvido pela An Lab.

Clique neste link para conhecer o Innovation Club e saber como participar.


Por que a sua empresa precisa de lideranças inovadoras


Não negamos que as empresas precisam também de eficiência operacional: fazer mais com menos, evitar retrabalho e desperdício, mas estas competências, apesar de necessárias, não são capazes de garantir o futuro.

Por muito tempo desenvolvemos e apreciamos lideranças que eram muito boas no que chamamos de Delivery Skills, a capacidade de desdobrar uma estratégia, criar iniciativas e desincumbir-se delas com efetividade, distribuindo “pedaços” e controlando o seu avanço.

Atualmente, porém, embora essas lideranças sejam muito importantes para a geração de resultados no presente, elas costumam ser incapazes de criar o novo, identificar oportunidades e inspirar os outros a persegui-las. E sem isso, uma organização está fadada à estagnação.

Vejamos o exemplo da Apple. No início, na primeira época de Jobs, era uma empresa criativa e promissora. Depois, com a gestão de Scully, seus resultados cresceram muito, mas logo tornou-se apática, perdendo a capacidade de inovar. O retorno de Jobs deu novo impulso à empresa.

O que isso nos mostra? Que ambas habilidades eram necessárias, porém em diferentes momentos do ciclo de vida do negócio.

No Brasil, a grande maioria das organizações conta com lideranças e equipes monocromáticas, com perfil semelhante ao de Scully, incapazes de reinventar o negócio.

Essa visão predominante contribuiu para a eliminação dos ‘rebeldes’ e questionadores do status quo dos quadros das organizações.

Trata-se de algo que não se recupera da noite para o dia; porém, nós estamos preparados para lhe ajudar.


Aqui na Anlab, nossa equipe é formada por diversidade e pode auxiliar a sua organização a entrar nos trilhos da inovação.

Pensamos de maneira diferente, sempre com a ideia de co-criação e de desenvolver as capacidades das pessoas.

Junte-se a nós e transforme o mindset da sua empresa!

Use este link para entrar em contato com a Anlab.

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