Os grandes ensinamentos que a crise atual traz para o seu negócio

Ainda que, mesmo antes de 2020, especialistas alertassem para o risco de pandemias, devemos confessar que o novo coronavírus foi uma grande surpresa.

Surpresa não apenas pela sua letalidade, mas porque nos forçou a reinventar-nos: o isolamento social, necessário para evitar a proliferação do vírus, fez com que tivéssemos de encontrar novas formas de desempenhar tradicionais funções do dia a dia.

Mesmo que a pandemia ainda não tenha ido embora, não é difícil perceber que ela já deixou grandes ensinamentos.

“É preciso estar preparado para tudo, para todas as mudanças bruscas de cenário”; mas o que isso quer dizer especificamente?

Bem, neste caso, empresas que não tinham como manter suas atividades de forma virtualizada, algo que já era tendência antes da pandemia, não tiveram para onde correr quando o novo coronavírus chegou ao Brasil.

A velocidade de inovação dos negócios nunca precisou ser tão rápida.

Neste artigo, resolvemos listar os grandes ensinamentos que a pandemia traz ao seu negócio.

A intenção não é ser pessimista, acreditando que novas doenças ou catástrofes como esta irão reaparecer. O objetivo é apenas ressaltar a importância de estar preparado para enfrentar o mundo.

1. Virtualização não é luxo

Muito engana-se quem, em pleno 2020, acredita que ter uma empresa que está no mundo digital é algo luxuoso.

Nos tempos atuais, a virtualização é uma necessidade. E isso não significa apenas ter uma digitalização, mas sim, pensar de forma digital.

Neste texto, falamos sobre como a falta de senso de urgência impede o avanço digital nas empresas.

O avanço digital é algo absolutamente necessário para que as empresas possam continuar competitivas no mercado. Não fazer essa transição é ficar parado no tempo.

Isto a pandemia nos mostrou muito bem, e pode ter sido o senso de urgência que faltou para muitos: aqueles que não estavam adaptados à virtualização sofreram muito mais do que os que estavam.

E quem já estava no ambiente digital, mas não pensava em como comportar-se nesse meio, percebeu que as pessoas agem de forma muito diferente na internet.

As compras online tendem a crescer cada vez mais. Integrar o ambiente digital não é mais uma opção, é uma necessidade.

2. Capacidade de adaptação

Do que nos adianta ter uma meta muito rígida, inflexível, quando não sabemos o que irá acontecer com o país nos próximos anos?

Ter metas e objetivos é fundamental e indiscutível, mas ser ágil e flexivel é absolutamente necessário e algo que a pandemia exigiu de todos nós.

Essa flexibilidade permite também que os empreendedores consigam enxergar novas oportunidades em meio à crise.

Esse mundo digital é ágil e muda o tempo inteiro, é muito mais dinâmico e permite novas experimentações.

Talvez a principal experimentação que surgiu com a pandemia foi o home office, que com certeza permanecerá em muitas empresas mesmo quando o isolamento social acabar.

Neste caso, a adaptação não é apenas no âmbito da administração, mas também dos colaboradores da empresa.

Colaboradores engajados, sem sombra de dúvida, são peças-chave para essas mudanças.

3. O propósito

Ter um propósito bem definido é como ter um norte, uma bússola que aponta para onde você pretende ir. É a certeza de que você não vai se perder.

Empresas com propósitos bem definidos e objetivos claros mostram-se muito mais resilientes em meio à crise.

Não é apenas sobre não ter grandes prejuízos, é algo que vai além dos princípios financeiros, ainda que estes sejam muito importantes também.

Há pouco falamos de ter colaboradores engajados, e a melhor forma de conseguir isso é fazendo com que ele se identifique com o propósito da empresa.

Estes serão aqueles que com certeza vestirão a camisa, mesmo quando tudo estiver difícil.

4. O novo líder

Flexibilidade, propósito, modernização. Todos esses pontos que estão na empresa precisam ser características de quem a lidera.

Esse novo líder que surge depois da pandemia é com certeza uma pessoa que valoriza mais os indivíduos com que trabalha e para quem trabalha, está mais próximo deles e os representa. 

Lideranças mais horizontais e com perfil de facilitador, que apontam uma direção sem propriamente especificar um caminho às suas equipes, devem aparecer cada vez mais e ser mais valorizadas no mercado.

Todas essas mudanças já estavam acontecendo lentamente, mas a pandemia acelerou todos os processos.

Estar preparado para esse mundo e para os próximos que virão é necessário, urgente e só trará bons resultados.

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